"E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, os quais vos apascentarão com ciência e com inteligência." Jeremias 3:15
 
 
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“A crise dos 20 e poucos anos”

Vivemos um momento muito especial na história da humanidade, em que as relações pessoais e familiares têm se modificado grandiosa e gradativamente para pior. A sociedade moderna tem sido influenciada ao longo deste século pela filosofia pós-moderna, com destaque para o hedonismo, com o culto ao corpo e as aparências; também pelo individualismo, que diz que podemos chegar ao patamar de Deus através dos nossos próprios esforços e também pelo existencialismo, que diz que temos que viver o aqui e o agora; a famosa “filosofia fast food”. O desenvolvimento tecnológico colabora com isso, pois temos a facilidade do celular, do palm top, do controle remoto, do delivery e de tantas outras facilidades que fazem com que haja pouco esforço para se conseguir aquilo que necessitamos para a sobrevivência e para o bem-estar para uns e uma grande dificuldade de se chegar a este patamar para outros. Todo este movimento se reflete também nas relações familiares, de trabalho e da sociedade. A faixa etária mais afetada neste contexto é a da juventude. Vejamos o porquê.
No contexto brasileiro, as relações familiares são divididas pelo período escolar. Normalmente, dos 6 aos 18 anos cursamos o primeiro e o segundo graus escolares. Após este período, em que se inicia a maioridade civil, alguns dos jovens irão para a faculdade e outros (a grande maioria) estarão presos ao mercado de trabalho por toda a vida. Mesmo a maioria dos que cursarão faculdade também estarão comprometidos com esta tarefa. Em todos os casos, há uma grande mudança em vista do crescimento genético: a responsabilidade e as questões advindas da maioridade. Fatalmente ficamos perdidos e sem direção, em maior ou menor grau. O que fazer? O que estudar? Para que estudei isto ou aquilo? Em que vou trabalhar? O estágio, como vai ser? Estou casado, e agora? São algumas das perguntas e questões colocadas diante de nós nesta “Crise dos 20 poucos anos”. Isto se reflete também nas igrejas de uma forma geral. As uniões de juventude ou ministérios de juventude (antigas Unijovens) estão esvaziadas e os cultos de juventude carecem de criatividade e conteúdo para atingir a juventude, assim como as EBD’s no cultos dominicais. Esta crise dos nossos tempos também afeta a Igreja de Cristo. Enquanto isso, os bailes funk’s, as torcidas organizadas, as festas rave’s, os shows ou qualquer outra coisa que sirva de válvula de escape em direção a um divertimento passageiro estão cheios, mesmo que o resultado depois seja ainda um coração vazio, uma mente confusa e um corpo cansado.
Apesar de todo este contexto, que a princípio é desconsolador, existe alternativa, e ao superarmos esta inevitável crise, nos tornamos pessoas melhores e iniciamos um período de maturidade que poderá ser bom ou ruim, de acordo com as nossas escolhas. Há vários exemplos bíblicos de jovens que assumiram grandes responsabilidades, e, cheios do Espírito Santo, superaram as suas crises pessoais e produziram grandes frutos. Podemos citar o grande Rei Davi, “considerado um homem segundo o coração de Deus”, que teve que passar, ainda na juventude, nos seus 20 e poucos anos, pela inveja de Saul, tendo como responsabilidade unificar o povo de Deus. O outro exemplo do Antigo Testamento é o de Daniel, aprisionado e exilado num país estrangeiro, que se tornou um guardião da verdade e da palavra e foi, sob a direção do Espírito de Deus, um abençoado e abençoador. No Novo Testamento, temos o exemplo de João Marcos, companheiro das primeiras viagens de Paulo, que escreveu um dos mais interessantes livros da Bíblia, o Evangelho segundo Marcos e finalmente o exemplo de Timóteo, que de acordo com as cartas dirigidas a ele por Paulo, superou os seus graves problemas de doença e seu tornou um dos mais proeminentes jovens pregadores do seu tempo. Poderíamos citar vários outros exemplos bíblicos interessantes, mas estes nos conduzem a um direcionamento bíblico para superarmos os “maus dias”, de crise e indefinição.
O princípio de toda a sabedoria para superarmos esta fase é o conhecimento da Palavra de Deus. A partir do momento em que nos tornamos salvos e deixamos Jesus habitar o nosso coração, todas as coisas começam a mudar em nós, inclusive a nossa perspectiva de vida, que passa a ser mais promissora e cheia de perspectivas. O livro de Provérbios 16.3 diz: “Confia no Senhor as tuas obras, e os teus planos serão estabelecidos”. Para superarmos esta crise precisamos ter a sabedoria de levarmos uma vida regrada e planejada. O planejamento é de extrema importância para o futuro, a começar pelo orçamento, pois também na maioria dos casos nos tornamos independentes dos nossos pais nesta fase. O controle das finanças é de grande importância e qualquer planilha nos ajuda neste sentido. O planejamento escrito dos nossos planos, de preferência para os próximos 4 anos, deve abranger toda as áreas (sentimental/afetiva, familiar, social e profissional). O desenvolvimento de um compromisso maior com Deus e com a igreja também nos ajuda a desenvolver o lado espiritual e também colabora na formação do nosso comportamento social e é de extrema importância para o equilíbrio da nossa mente na superação dos conflitos. E, finalmente, uma vida regrada, não dada a desperdícios, ao orgulho, a avareza, a soberba. A Bíblia nos orienta a sermos humildes, regrados, amáveis, companheiros e diferentes no meio da nossa sociedade (Provérbios 21.4-5; Jeremias 2.36; Romanos 12.2). O caminho para a superação da CRISE DOS 20 POUCOS ANOS passa pelo caminho da Palavra de Deus e de uma vida cristã equilibrada e produtiva. Eu já passei por esta crise e sei perfeitamente como é, e com a ajuda de Cristo e da igreja consegui superar e vivo uma vida feliz em busca da maturidade plena, sempre na Palavra de Deus.

Pr. Adriano Gomes
Vice-presidente da JUMOC
Membro do Ministério Pastoral da IB Vila Mariana em São Paulo
e-mail: adrianogsa@terra.com.br
blog: http://adrianogomes.blog.terra.com.br


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"Como desenvolver um ministério de comunicação com a Juventude"

Nossos avós já nos diziam: “Propaganda é a alma do negócio”. Se o “negócio” em questão for a integração dos jovens na igreja, fazendo com que eles sintam que são parte da mesma e que têm seu espaço, então a propaganda, ou, no caso, um ministério de comunicação, tem mesmo um papel muito importante.
Muito esforço tem sido envidado e inúmeras tentativas são feitas pelas lideranças de igrejas e comunidades para alcançar os jovens. Lideranças que procuram, de forma legítima, abrir espaços novos ou diferentes para atrair esse público. Mas nada disso fará uma grande diferença se alguém não contar isso a eles. Os jovens precisam ficar sabendo o que está sendo feito e o que se espera deles. Mas para se contar algo aos jovens, é preciso usar uma linguagem apropriada, e não me refiro apenas às palavras em si, mas a um sistema de comunicação desenvolvido especialmente para esse público.
Acontece que o público jovem é exposto a uma quantidade muito grande de informação durante quase todas as horas de seu dia, seja pela televisão, rádio, cinema, internet, amigos, professores, revistas etc. O jovem recebe um bombardeio de informações e não é capaz - ou não está interessado - de absorver toda essa informação.
Por causa desse fenômeno da comunicação, o jovem desenvolveu um sistema de detecção e triagem de informação com base em quesitos desconhecidos pela maioria. Com esse sistema ele é capaz de perceber, em poucos segundos, se a informação à qual está sendo exposto em um determinado momento é de seu interesse ou não. Se não for de seu interesse, o cérebro envia uma mensagem ao seu sistema de captação para que ele pare de ver e ouvir o que está sendo comunicado e se ocupe com alguma outra coisa.
Se for de seu interesse, ele continua atento por mais alguns instantes, dando a oportunidade a quem comunica de obter um pequeno, mas precioso, espaço em sua mente.
Por isso a necessidade de haver um sistema de comunicação integrado para alcançar o público jovem dentro das igrejas. Para ser bem sucedido, um ministério de comunicação com os jovens precisa levar tudo isso em consideração e atentar para alguns pontos muito importantes no momento de desenvolver tal ministério.
1. É preciso ter o que dizer: o primeiro e mais importante ponto a ser observado quando pensamos em comunicação para o público jovem é que é preciso ter o que dizer. Isso pode parecer extremamente óbvio, mas não raro vemos comunicações sendo feitas para os jovens sem que haja um assunto do interesse específico desse público. Não é porque alguém faz uma divulgação usando frases como “Se liga nessa, brother!” que a comunicação com o público jovem terá sido estabelecida. O jovem precisa saber e perceber que o que está sendo dito é a expressão de algo muito maior que está sendo feito pela igreja ou comunidade.
2. A simplicidade é o máximo da sofisticação: a mídia investe muito dinheiro na disputa pela atenção do público jovem. A produção de peças publicitárias ou de entretenimento consome verbas milionárias na tentativa de chamar a atenção de um público cobiçado por todos.
Se na sua igreja existe o recurso humano e material para desenvolver peças ousadas e de grande impacto visual, vá em frente e utilize esses recursos da melhor maneira possível. Se não tiver, não se preocupe. Faça o simples bem feito. O simples bem feito traz resultados tão eficazes - ou até mais - do que grandes produções. Mas o que não se deve fazer é tentar apresentar propostas e peças de comunicação arrojadas e grandiosas se os recursos para tal não existirem. O referencial que os jovens têm lhes dirá que um determinado material não foi bem produzido e eles não darão a devida atenção à mensagem. Opte pelo simples com criatividade. É melhor. O bom senso sempre foi - e continua sendo - o melhor critério para o desenvolvimento de uma comunicação.
3. Pensar como jovem e não pensar que é jovem: quem deseja trabalhar em um ministério de comunicação com o público jovem precisa estar disposto a pensar como jovem, o que é completamente diferente de pensar que é jovem. Muita gente pensa que é jovem (como o famoso tio da propaganda da Sukita) e acha que conseguirá atingir o público jovem com o seu carisma. Grande engano! Pensar como jovem é muito diferente de pensar que é jovem.
Para pensar como jovem é necessário abrir mão de uma série de idéias pré-concebidas que são transmitidas de geração em geração e defendidas, por muitos, com o argumento de que “sempre foi feito assim e deu certo, então por que mudar agora?” Se a comunicação de um evento destinado ao público jovem for agradável e atingir da mesma forma a todos na igreja, você terá um bom indício de que ela não atingiu o público jovem com o impacto que deveria.
4. O papel aceita qualquer coisa: um cuidado importante no momento de criar textos que soem atrativos para os jovens é o de não criar expectativas que não poderão ser atendidas. É muito tentador usar palavras como “novo”, “diferente” ou “você nunca viu nada igual” em um texto para comunicar algo. Mas é uma boa prática perguntar a si mesmo, antes de usá-las, se essas palavras se aplicam, de fato, ao que está sendo divulgado. Criar uma expectativa alta e depois frustrar essa expectativa é um erro que pode ser fatal e que só será cometido uma vez, porque das próximas vezes a credibilidade de quem comunica estará tão abalada que não será possível atrair a atenção do público novamente.
5. O público justifica os meios: diversos meios podem ser utilizados para alcançar o público dentro do ambiente de uma igreja ou comunidade. Podemos usar meios impressos, como cartazes e informativos, meios digitais, como o e-mail ou um web site, e, dependendo dos recursos disponíveis, apresentações exibidas em projetores multimídia, entre outros. Todos esses meios também podem ser usados quando o público é jovem, mas, nesse caso, não há dúvida de que a internet ganha grande destaque dentre todas essas opções. Não é recomendável fazer qualquer planejamento de comunicação destinado aos jovens sem considerar a internet.
Mas não se prenda a esses meios que são consagrados e conhecidos por todos. A criatividade é importante, não apenas na hora de criar uma peça de comunicação, mas também na hora de definir como uma mensagem chegará até o seu público.
Certamente vale a pena investir em um ministério de comunicação específico para o público jovem. É muito comum acontecer que a realidade e a percepção que se tem dessa realidade sejam coisas diferentes. A comunicação existe para corrigir esse erro e fazer com que o seu público receba a mensagem que você quer transmitir da maneira correta. Invista nesse ministério. O resultado será muito satisfatório e poderá fazer uma grande diferença na maneira como a sua igreja ou comunidade se relaciona com seus jovens.
© 2006 Marcos Mayer
Membro da Igreja Batista de Água Branca. Publicitário, formado em Propaganda e Marketing.
Trabalho na área de comunicação da Igreja Batista de Água Branca, como responsável pela criação e produção das peças de comunicação, incluindo o web site. Foilíder de adolescentes durante 12 anos e de jovens durante cinco anos (na Igreja Batista Alemã de São Paulo).
marcos@coyotedesign.com.br


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"Como formar uma equipe dos sonhos de Deus"

Há ainda gente que pense que uma vitória institucional se dê por seus méritos de liderança em uma carreira solo. No entanto, a gestão estratégica de recursos humanos tem como base inequívoca que o trabalho em equipe e a capacidade relacional do líder são atributos indispensáveis à formação de um time vencedor.
Na igreja não é diferente. A igreja possui sua dimensão institucional, social e material. É nesta dimensão que a religião requer gerência, profissionalização. A igreja é uma instituição onde pessoas desempenham papéis, lidando com recursos humanos e materiais indispensáveis à concretização dos projetos desta instituição. Podemos dizer sem medo de ofensa aos princípios de fé e experiência espiritual, que a igreja é um empreendimento que apesar de não visar lucro material requer toda a gerência, método e administração de qualquer outro empreendimento. Ela também tem uma visão e uma missão, e requer um plano estratégico se quiser cumprir sua missão de maneira eficiente. Esta afirmação não fere a idéia de que a oração e a unção espiritual são os fatores determinantes da caminhada vitoriosa da igreja. Só não podemos esquecer que Deus coroa ao servo que trabalha com organização, planejamento e inteligência.
Sendo assim, faz-se necessário pensar em como unir unção e ação. E sem sombra de dúvidas, a unção e a ação devem se direcionar de forma intensa na busca de uma equipe dos sonhos de Deus para a igreja. Se o líder não concentrar tempo em formar uma equipe com a cara de sua realidade e dentro da visão ministerial na qual está envolvido, estará fadado ao fracasso.
A equipe ministerial deve ser coesa, amiga, transparente, espiritual e integrada na visão. Para isso é preciso distinguir a diferença entre “apenas trabalhar com as outras pessoas” e “viver em profunda comunhão uns com os outros, enquanto servimos juntos”. Um exemplo claro disso é o caso do renomado evangelista Billy Graham e sua equipe. Eles trabalharam juntos 45 anos organizando campanhas e projetos missionários pelo mundo, e agora quando muitos estão idosos, têm procurado construir casas próximas para o fim da vida juntos. Eles eram mais que obreiros. Eram amigos, companheiros e detentores de um mesmo sonho.
Bill Hybels, uma liderança respeitada em todo mundo, afirma que além da família existem dois itens fundamentais para sua vida. Primeiro, Realizar a vontade de Deus pelo resto da vida. Segundo, Fazer a vontade de Deus em perfeita comunhão com as pessoas que ama e que o amam. Hybels afirma que uma equipe realmente unida permitirá coisas do tipo alguém dizer: “Sei que parece uma idéia maluca, mas que tal se...”. Há tranquilidade para sugerir, opinar e se envolver.

Como formar esta equipe dos sonhos de Deus? Creio que algumas ações são indispensáveis:
1) Orar por uma equipe
A equipe não virá por acaso. Peça a Deus as peças chave para a visão que Deus lhe tem dado. Ore para que Deus apresente alguém para cada área que julga ser necessária ao sonho que Deus tem apresentado a você.
2) Definir o propósito da equipe
Conforme o propósito definido, dons, habilidades e especialidades completamente diferentes serão necessárias. Se o líder não sabe o que Deus espera dele, como saberá que habilidades necessitará? O livro de George Barna com título O poder da visão ressalta justamente a necessidade que o líder tem de descobrir sua visão espiritual. Sem ela, o líder age por instinto e humanidade tão somente.
3) Estabelecer critérios claros para a seleção de membros específicos da equipe.
Recrute valorizando o caráter, a competência e o nível de combinação com o grupo (3 C´s). Nada é mais importante que o caráter. Se a pessoa tem caráter, então avalie a competência para lidar com o que se espera dela. Se tem caráter e competência, ainda se faz necessário passar pelo crivo da capacidade de se relacionar com as pessoas de sua equipe. Esta sugestão de Bill Hybels é prática e real.
4) Responder à pergunta: “Que é necessário para que esta equipe desenvolva todo o seu potencial? Que tipo de líder preciso ser para que isso aconteça?”
Não se pode esquecer que todo membro da equipe requer um ambiente para desenvolver todo seu potencial. Ele precisa de comunhão com o grupo e condições de trabalho. E não se pode esquecer que a comunhão não acontecerá espontaneamente na maioria dos casos. O líder deve planejar ações para promover comunhão de sua equipe.
5) Definir metas grandes e claras
Nenhuma equipe se sente estimulada por uma meta medíocre. Nenhuma equipe trabalha focada se não tem clareza dos resultados esperados.
6) Avaliar sistematicamente os resultados
Definida uma visão e as metas para atingimento da mesma, torna-se imprescindível que se avalie se os planos estão sendo executados à risca e se esta execução ainda que à risca, está gerando os resultados esperados.
7) Recompensar a equipe pelo trabalho bem feito
Todo mundo precisa de incentivo. Não é porque Deus abençoa seus servos que o líder deve deixar totalmente a cargo do Senhor a recompensa espiritual pelo trabalho feito. Um líder precisa reconhecer seus companheiros ministeriais. Isto traz motivação ainda que em meio à lutas.
Forme uma equipe dos sonhos de Deus e o impacto de seu ministério será acima de sua possibilidade visionária. Creia e comece!!!

(Sugestão para leitura: Bill Hybels em Liderança Corajosa)
Pr. Josué Valandro de Oliveira Junior
Ig. Batista Central da Barra da Tijuca
site: www.ibcbarra.com.br
e-mail: pr.josuejr@trimera.com.br


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Domingo
09h00 - Escola Bíblica Dominical - EBD
18h30 -
Culto de Adoração

Terça-Feira
08h30 - Reunião de Oração - Despertar Débora
Quarta-Feira
20h00 - Culto de Oração
Quinta-Feira
20h00 - Ensaio do Lírios do vale
Sexta-Feira
20h30 - Encontro da Juventude na Igreja
 
   
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